segunda-feira, 15 de outubro de 2012


                                                             Atividade proposta no Blog:
 Destacar e relatar duas atividades desenvolvidas com seus alunos especiais que ilustrem práticas de inclusão escolar.
Como atualmente não estou trabalhando diretamente com os alunos, apesar de ser professora, atuo em setor administrativo financeiro desde 2004, vou relatar então duas práticas de inclusão referentes ao meu filho Ivan que estuda no Apae desde os três anos de idade(agora está com 21). Ivan sempre foi introvertido e não conseguia manter entrosamento com os demais, foi lançada a idéia de participar do grupo de fandango da escola e não sabíamos se ele conseguiria se adaptar, porém já faz mais de ano ele ingressou no grupo que é liderado por um voluntário e seu grupo participa de várias apresentações em diversos lugares, este ano o grupo irá se apresentar na Enart, em Santa Cruz do Sul (na Oktoberfest), o local é muito movimentado, então dos 12 casais somente irão 05 por estarem mais preparados psicologicamente, os outros se apresentarão em outros locais.
Acredito que esta é uma prática de inclusão de crianças especiais que eram desacreditadas no seu potencial cognitivo e estão atualmente muito felizes e dando show por onde passam.
Outra prática de inclusão de crianças especiais é que o mesmo projeto do Proerd realizado nas escolas públicas é também feito com a Escola Apae, onde Ivan participou, mostra atitudes que a droga mata e ganhou um cursinho de informatica de um patrocinador do projeto por ser aplicado e participativo. Todas as quintas feiras, largo meu serviço pela manhã e o levo ficando junto com outras crianças em uma sala da escola Datared (Informática) para aprender o curso de operador de computador Kids. Já teve vários progressos, inclusive ganhou de uma voluntária da Apae um notebook usado para praticar, aprendeu a abrir pastas, salvar documentos e no seu notebook encheu de pastas praticando o ensinado no curso, tem se mostrado um dos melhores alunos do grupo (somente  Ivan é especial). Não é alfabetizado, mas conhece as letras e os números e digita o que o professor pede pois vou explicando para ele e realizava todas as atividades propostas. O professor está muito contente por Ivan estar conseguindo acompanhar a turma no geral.Acredito que estes dois relatos podem ser considerados práticas de inclusão de alunos especiais na sociedade.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Meu amado filho Ivan, Deus conhece teu potencial...
Estes são alunos da Escola Apae de Sapucaia do Sul, onde meu filho Ivan faz parte parte do grupo de Fandango, os professores voluntários acreditaram que eles tinham muito potencial  e apostaram neles, eis um grande exemplo de inclusão,  dedicação, amor e respeito pela educação especial!

Enviado por antoniayama em 09/06/2009
Quando nasce uma criança com deficiencia, toda a família se transforma. É uma mudança que exige paciência e muito amor, um amor que no decorrer do tempo se transforma em sabedoria.
EU DIGO: Todas os seres humanos que convivem  e amam pessoas especiais  aprendem muito mais e se tornam pessoas melhores!!
                                                                             Exemplo de vida!
                                                     "A gente só tem medo do que não conhece!"
                                         Olhar com os olhos do coração, eis a grande diferença!


Linda mensagem!!!

autor do blog

Meu nome é Eliane Kauer, sou professora estadual há 30 anos, alfabetizador na maior parte da vida docente, atualmente em setor administrativo financeiro, porém ainda apaixonada por crianças principalmente as com necessidades especiais por apresentarem um diferencial em meu lado emocional.Curso Letras Espanhol e pretendo fazer Pós Graduação em Educação Especial
Trabalho na E.E.E.M. Caetano Gonçalves da Silva em Esteio - RS, escola com Ensino Fundamental, Ensino Médio/ EJA e no ano de 2013 com Ensino Médio Politécnico também.
Minha Escola já teve uma sala de recursos para alunos com deficiência visual, porém como eram pouquíssimos alunos, estes foram transferidos para o município de Sapucaia e Canoas.
Não temos nenhum aluno cadeirante mas alguns alunos estão sendo atendidos pelo município por apresentarem algumas deficiências auditivas, de aprendizagem, etc., porque no Estado não temos um centro de apoio para alunos com deficiências.